O Natal do Semeador

O Natal leva a reflexões sobre a grandeza de Jesus, o Governador Espiritual do Orbe. A Parábola do Semeador traz o plano estratégico do Cristo para com a rebeldia da humanidade terrestre. Semear a boa semente, seja qual seja o tipo de terreno – ou estágio evolutivo do Espírito Imortal. A sequência do despertar para a Luz é uma probabilidade percentual: 30%, 60%, 100%. As transformações são lentas, gradativas. A Divina Misericórdia recebe com benevolência cada qual em seu estágio: um vislumbre do perene vir-a-ser.

A Noite Silenciosa e Santa está presente na memória espiritual dos exilados que partilharam e partilham da evolução da humanidade terrena. Pouco importa se vem de ritos pagãos ou de imposições eclasiásticas. É importante ter olhos para ver o seu significado: Canto de esperança dos corações degredados/ Memória incorruptível de uma sublime aliança/Retrato vigoroso da Promessa Serena/Que a todos reúne num átimo de Esperança:/Paz ante os tormentos/Luz na escuridão.

Palestra realizada por Elzi Nascimento e Elzita Melo Quinta, no Centro Espírita Allan Kardec de Goiânia, em 16/12/2014.

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Dr Bezerra de Menezes: o médico dos pobres

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Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, nasceu em Riacho do Sangue,  – CE  – atual Jaguaretama , em 29 de agosto de 1831  e veio a falecer  no Rio de Janeiro, RJ, em 11 de abril de 1900.

Descendente de antiga família de fazendeiros de criação, ligada à política e ao militarismo na Província do Ceará, era filho de Antônio Bezerra de Menezes (tenente-coronel da Guarda Nacional) e de Fabiana de Jesus Maria Bezerra.

 Ingressou na escola pública da Vila do Frade, adjacente  a Riacho do Sangue . Aprendeu,  em  dez meses,  os princípios da educação elementar.

Em 1842,  a família mudou-se para a antiga vila de Maioridade (serra do Martins), no Rio Grande do Norte, onde o jovem, então com onze anos de idade, foi matriculado na aula pública de latim. Em dois anos já substituía o professor em classe, em seus impedimentos.

Em 1846,  foi matriculado no Liceu do Ceará, onde concluiu os estudos preparatórios.

Em 1851,  mudou-se para o Rio de Janeiro e  iniciou os estudos de Medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Em 1852,  ingressou como praticante interno (“residente”) no hospital da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.

Pagava seus estudos, dando aulas particulares de filosofia e matemática.

Em 1856, com a defesa da tese: “Diagnóstico do cancro”. graduou-se em medicina e foi convidado pelo Cirurgião-mor do Exército brasileiro, Dr Manuel Feliciano Pereira Carvalho, seu antigo professor, para ser seu assistente, passando a trabalhar como médico militar.

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Bezerra de Menezes, foi médico, militar, deputado geral pela Província do Rio de Janeiro no período de 1877 a 1885, escritor, jornalista, político, filantropo e expoente da Doutrina Espírita. Pelo seu trabalho em prol da unificação do Movimento Espírita no Brasil, ficou conhecido também como O Kardec Brasileiro.

Sabe-se que era fluente em pelo menos três línguas além do português: latim, espanhol e francês.

 O Médico dos Pobres, deixou em sua biografia inúmeros e exemplares casos de abnegação, altruísmo e benevolência no exercício da medicina desprendida e solidária.

Tornou-se espírita  depois  da leitura de O Livro dos Espíritos, em 1875. Após estudo aprofundado da obra de Allan Kardec, aos 55 anos de idade, fez pronunciamento público para um  número estimado entre mil e quinhentas e duas mil pessoas,  no salão de conferências da Guarda Velha, no Rio de Janeiro,  justificando  a sua opção em abraçar o Espiritismo. Isto aconteceu  no dia 16 de agosto de 1886.

Na seção intitulada “Spiritismo – Estudos Philosophicos” – Bezerra  passou escrever no maior  jornal do Brasil: O Paiz.

Na década de 1880 o incipiente movimento espírita na capital (e no país) estava marcado pela dispersão de seus adeptos e das entidades em que se reuniam.

Sua atuação na Federação Espírita Brasileira ficou marcada pelo seu perfil altamente conciliador. Em 1889 é eleito presidente da Federação Espírita Brasileira.

De 1890 a 1891 foi vice-presidente da FEB na gestão de Francisco de Menezes Dias da Cruz, época em que traduziu o livro “Obras Póstumas” de Allan Kardec, publicado em 1892.

Aprofundando-se as discórdias na instituição, foi convidado em 1895 a reassumir a presidência da FEB , função que exerceu até à data de seu falecimento. Nesta gestão fundou a primeira livraria espírita no país e   vinculou a FEB  ao Grupo Ismael e à Assistência aos Necessitados.

Acometido por um acidente vascular cerebral, desencarnou  na manhã de 11 de abril de 1900. Pobres e ricos acompanharam o féretro e o jornal O Paiz dedicou-lhe longo necrológio, chamando-o de “eminente brasileiro.

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O  aspecto missionário da vida de Bezerra de Menezes  fica patente na obra Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, de Chico Xavier, atribuído ao espírito de Humberto de Campo, que registra:  “Descerás às lutas terrestres com o objetivo de concentrar as nossas energias no país do Cruzeiro, dirigindo-as para o alvo sagrado dos nossos esforços. Arregimentarás todos os elementos dispersos, com as dedicações do teu espírito, a fim de que possamos criar o nosso núcleo de atividades espirituais, dentro dos elevados propósitos de reforma e regeneração.”

Segundo revelações espirituais, através da mediunidade ímpar de Chico Xavier, o Kardec Brasileiro continua seu trabalho missionário com o Movimento Espírita, mesmo após a sua desencarnação, sob a égide de Ismael, o”anjo protetor do Brasil” e sob o amparo de Nossa Senhora, mãe de Jesus, Espírito ao qual sempre foi muito ligado.

A vida de Bezerra de Menezes foi transposta para o cinema, na película Bezerra de Menezes – O Diário de Um Espírito, com direção de Glauber Santos Paiva Filho e Joel Pimentel.

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Para saber mais:

ABREU, Canuto. Bezerra de Menezes: subsídios para a História do Espiritismo no Brasil até o ano de 1895. São Paulo: FEESP, s.d.. 96p. ISBN 85-7366-086-4

ACQUARONE, Francisco. Bezerra de Menezes: o médico dos pobres (3a. ed.). São Paulo: Editora Aliança, 1979. 152p. ISBN 85-7008-001-8

ARRIBAS, Célia da Graça. Afinal, espiritismo é religião? A doutrina espírita na formação da diversidade religiosa brasileira. Universidade de São Paulo, 2008.

CURY, Aziz. Legado de Bezerra de Menezes São Paulo: Elevação, 2008. ISBN 978-85-7513-091-9

GAMA, Ramiro. Lindos casos de Bezerra de Menezes (2a. ed.). Rio de Janeiro: Editora Espiritualista, 1964. 182p. il.

GODOY, Paulo Alves; LUCENA, Antônio. Personagens do Espiritismo (2ª ed.). São Paulo: Edições FEESP, 1990.

KLEIN FILHO, Luciano. Bezerra de Menezes, fatos e documentos. Niterói (RJ): Lachâtre, 2000. 224p. ISBN 85-7477-024-8

MENEZES, Bezerra de. Uma carta de Bezerra de Menezes (4a. ed.). Rio de Janeiro: FEB, 1984. 100p.

MENEZES, Bezerra de. A loucura sob novo prisma: estudo psíquico-fisiológico (2a. ed.). São Paulo: FEESP, 1982. 166p.

MENEZES, Adolfo Bezerra de. Os carneiros de Panúrgio: romance filosófico-político (4a. ed.). São Paulo: FEESP, 1988. 188p.

SANTOS, Dalmo Duque dos. Nova História do Espiritismo. Rio de Janeiro: Corifeu, 2007. ISBN 978-85-99287-70-5

SANTOS, Prezalindo Levy. Pantheon Fluminense, Esboços Biográficos. Rio de Janeiro: 1880.

SOARES, Sylvio Brito. Vida e Obra de Bezerra de Menezes. Rio de Janeiro: FEB, 1963. 152p. il.

SOUSA, Juvanir Borges de (coord.). Bezerra de Menezes, Ontem e Hoje. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2000. 236p. ISBN 85-7328-226-6

STUDART, Guilherme (barão). Dicionário Bio-Bibliográfico Cearense. Fortaleza: 1910.

VELHO SOBRINHO, J. F.. Dicionário Bio-Bibliográfico Brasileiro (v. II). Rio de Janeiro: 1940. p. 335-336.

WANTUIL, Zêus. Grandes Espíritas do Brasil. Rio de Janeiro: FEB, 1990.

XAVIER, Francisco Cândido. Bezerra, Chico e Você (4a. ed.). São Bernardo do Campo (SP): Grupo Espírita Emmanuel, 1976. 

FEB – Campanha 150 de O Evangelho Segundo o Espiritismo

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FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA
 CIRCULAR CFN-FEB nº 15/2014 14 de julho de 2014

Ref.: Campanha 150 anos de O Evangelho Segundo o Espiritismo

Estimados companheiros,

Neste ano estamos comemorando os 150 anos de lançamento de O evangelho segundo o espiritismo. Importante obra da Codificação que contém toda a essência do ensino moral de Jesus e serve de consolo, esclarecimento e orientação para o público em geral. Especialmente para esta ocasião a Federação Espírita Brasileira preparou uma série de ações. Iniciando com o 4º Congresso Espírita Brasileiro, passando por campanhas pontuais nas redes sociais, nas mídias espíritas e leigas; vários lançamentos da FEB Editora e a recente edição de julho da revista Reformador, com ênfase à temática. Será também o tema no estande da FEB na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a realizar-se nos dias 22 a 31 de agosto de 2014. A Diretoria Executiva da FEB, reunida no dia 12 de julho pp., aprovou providências para a agilização dessa importante Campanha, com informações que serão disponibilizadas nas mídias da FEB, principalmente em seu Portal.

O cartaz da Campanha que segue anexo se encontra disponível para download no Portal da FEB. Link: http://www.febnet.org.br/blog/geral/conheca-a-feb/participe-da-campanha-dos-150-anos-de-o-evangelho-segundo-o-espiritismo/

Baixem o cartaz e compartilhem!

Que tal a família espírita brasileira contribuir na divulgação desta Campanha?

Com fraternal abraço,

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Presidente da Federação Espírita Brasileira

SGAN – Quadra 603 – Conjunto. F – Brasília – DF – 70830-030
Tel.: (55.61) 2101-6150 – Fax: (55.61) 3322-0523 – http://www.febnet.org.br – E-mail: cfn@febnet.org.br

Dia das Mães

 

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 Breve Histórico do Dia das Mães

Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os  gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem  homenagens à deusa.

Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele,  mãe dos deuses.

Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada  em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.

Uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”.  Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

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Nos Estados Unidos, a ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A ideia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional,  foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.

No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio (de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.

Em 1947, Dom Jaime de Barros CâmaraCardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também do calendário oficial da Igreja Católica

No Brasil e nos Estados Unidos o Dia das Mães é a segunda melhor data do comércio, depois do Natal

Em vários países orientais e ocidentais há uma data especial dedicada à Mulher Mãe.

 

Na Visão Espírita

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Na visão espírita todo dia é dia das mães. A data especial é uma convenção social para relembrar a importância de uma das mais belas tarefas que o Espírito Imortal assume em sua jornada evolutiva.  O papel de pai ou mãe, no script da vida, é roteiro abençoado.

A maternidade e a paternidade consolidam a esperança dos reencarnantes em serem aceitos como são, para serem conduzidos com amor, energia e perdão na reconquista de seu próprio destino. Participar em um projeto reencarnatório como pai ou mãe é meritório. Mas participar como mãe é chance sublime de aperfeiçoamento para o Espírito em sua escalada ascensional para o Bem.

Mãe é quem nos recepciona e orienta neste plano de que não temos lembrança quando aqui chegamos. É quem nos passa as primeiras informações de como a coisas funcionam por aqui. E se for uma Mãe como se espera que seja, vai nos lembrar valores que estão adormecidos dentro de nós, e que precisam ser reativados para que possamos utilizá-los.  Em sua dedicação e desapego vai perceber e corrigir desvios de caráter de que ainda não nos livramos, e que trazemos junto com o resto de nossa bagagem milenar . “

Diz a poetisa Maria Dolores através da psicografia de Chico Xavier que “o amor  de mãe é o amor que mais se aproxima do amor de Deus“.

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Para saber mais:

  1.  Dia das Mães – Datas Comemorativas – UOL Educaçãoeducacao.uol.com.br (2012). 
  2. “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Cap XIV, 3.
    Autor: Allan Kardec
  3. Antologia das Mães – Chico Xavier /Espíritos Diversos

 

Da Redação do Luzes do Consolador

Apóstolo da Caridade

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O dia 1º de maio é especial para todos os espíritas. Neste dia, em 1880 reencarnou no Brasil, na cidade de Sacramento-Minag Gerais, um dos maiores expoentes do Espiritismo na Terras do cruzeiro.

Educador, político, educador e médium, Eurípedes Barsanulfo foi um ícone de sua época. Autodidata, adquiriu conhecimentos de Medicina e Direito; Astronomia, Filosofia. Matemática, Ciências Físicas e Naturais além de Literatura.

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De família católica, era atuante nos ofícios da igreja de sua cidade, sendo presidente da liga de São Vicente de Paulo.

Livro Depois da Morte, de Leon Denis mudou, para sempre, a concepção religiosa do professor sacramentano, no ano de 1903.

Sofreu perseguições da própria igreja que lhe abrigara o trabalho nas hostes vicentinas.

 Em1905 fundou o Grupo Espirita Esperança e Caridade. 

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Em 1907  criou o primeiro educandário brasileiro com orientação espírita, o Colégio Allan Kardec .Evangelho e Moral Cristã  tinha o mesmo peso que Português e Matemática.  

Desencarnou em Sacramento, em 01/11/1918, vitimado pela Gripe Espanhola.

Semana Santa e Páscoa no calendário espírita?

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         A visão espírita das comemorações da Semana Santa são respeitosas. Embora não exista Semana Santa, Páscoa e nem datas comemorativas no calendário dos eventos doutrinários, todo  espírita conhece, ou pelo menos deveria conhecer,  as tradições judaico-cristãs porque fazem parte do contexto dos Evangelhos contidos no Novo Testamento da Bíblia.

          A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém é um cumprimento das profecias do Antigo Testamento. Como o Mestre não veio destruir a Lei  nem os Profetas, sua vida pública desenrolou-se num cenário que contemplava a realização evidente das profecias do povo hebreu em torno da vinda do Messias.

          É assim que ao usar  um animal de carga, resistente para as travessias íngremes das estradas da antiga Galiléia, dava cumprimento ao enunciado do profeta Zacarias (9:9): Não temas, ó filha de Sião! Eis que o teu Rei vem assentado sobre o filho de uma jumenta”.

         Comemorar os festejos judaicos da páscoa cumpre a tradição dos filhos de Israel ao rememorarem o “pesa” – data  que faz alusão à passagem do mar vermelho quando, em liberdade, fugiam dos anos de escravidão no Egito. Nos tabernáculos, os festejos do  – pessach –  termo semita que significa passagem/libertação –  referiam-se a esta saga histórica.

           O articulista do Diário da Manhã, Jávier Godinho, registrou no seu artigo de 09/04/2014: “A Semana Santa é uma tradição de 1.700 anos da Igreja Católica. Começou após o Concílio de Nicéia, com o decreto papal que fixou como data mais importante do ano eclesiástico, maior mesmo do que o próprio Natal, o Domingo da Ressurreição – ou a Páscoa dos cristãos. “

               A Semana Santa é uma data comemorativa do calendário católico romano que contempla a imortalidade da alma. Jesus, neste episódio, é o grande herói do túmulo vazio, que culmina com sua “aparição” a Maria Madalena no domingo da Páscoa hebraica. O Mestre que não veio destruir a Lei da 1º Revelação, estabelece como 2ª Revelação a Lei de Amor que deve imperar entre os homens de boa vontade.  Se páscoa significa passagem/libertação, porque não concluir que o Espírito livre dos laços da matéria, ao retornar ao Plano Espiritual, encontra a libertação do jugo corporal. “Não me toques Maria, porque  não fui ainda  para meu pai e vosso pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20:17).

FEB Restaura precioso acervo de Chico Xavier

 

 

Tela de Emmanuel na Sede da FEB

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A tela de Emmanuel, feita pelo artista Alberto André Delpino Júnior (1907-1976), com base em descrições e acompanhamento de Francisco Cândido Xavier, em Pedro Leopoldo, no ano de 1947, sempre esteve exposta numa das salas do Centro Espírita Luiz Gonzaga, de Pedro Leopoldo (MG).

Em julho de 2013, durante visita ao Centro citado, Flávio Rey de Carvalho e o presidente da FEB Antonio Cesar Perri de Carvalho, verificaram que poderia estar ocorrendo uma deterioração da tela. Com autorização da presidente do Centro Célia Diniz, ambos levaram a tela, sob a responsabilidade da FEB, para levá-la a um processo de recuperação, o qual foi executado em um atelier da cidade de São Paulo. A artista especializada em restauração confirmou que a  técnica  pastel, usada no retrato de Emmanuel,  apresentava vários problemas e que a mesma poderia se perder. Realizado o trabalho, com autorização da presidente do Centro Espírita Luiz Gonzaga, a tela – com nova moldura – ficou exposta durante cinco meses na sala da presidência da Federação Espírita Brasileira, em Brasília. No dia 2 de abril de 2014 – dia do nascimento de Chico Xavier -, o presidente da FEB traz de volta a histórica tela de Emmanuel.

Pedro Leopoldo, 2 de abril de 2014.

Imagem e texto transcritos de http://www.febnet.org.br