Paciência: conforto para a alma

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Paciência

Se a luta te constrange,

Nos caminhos pelo mundo,

Não te dês ao pranto profundo,

E olha mais além.

Veja os amigos do bem,

Acenando-te, convidando a suportar,

E, mais que tudo, a buscar trabalho,

A construir, nas sendas da elevação,

Não se prendendo ao que te fez o irmão,

A suportar toda ofensa,

A cultivar a paciência,

Pois é Jesus quem te sustenta.

Conforta assim tua alma,

Passa pela vida cultivando a calma

E tudo haverás de superar.

A vida na Terra, é mesmo assim,

Por vezes parece-nos triste guerra,

Mas se bem olhares,

Verás que nos caminhos,

Nas plagas onde fores,

Por entre os mais agudos espinhos,

Existem as mais belas flores.

Maria Dolores

Mensagem psicografada pelo médium Jacobson Sant´Ana Trovão, em reunião pública no Centro Espírita Raio de Luz – CERLUZ – em 10/03/2001.

 

Sobre o Espírito Maria Dolores:

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        Maria de Carvalho Leite, a conhecida Maria Dolores no Espiritismo, renasceu em Bonfim da Feira (Bahia) em 10 de setembro de 1901 e desencarnou, vitimada por pneumonia, em 27 de julho de 1958.

        Maria Dolores foi membro da Legião da Boa Vontade a quem prestou serviços de beneficência, partilhando seus dons de pianista, pintora, costureira e dedicada à arte culinária. Maria Foi também colaboradora ativa da obra de Divaldo Pereira Franco. Em 15 de agosto de 1952, quando foi fundada a Mansão do Caminho, foi a doadora de algumas das primeiras louças e talheres  da Mansão. Aí trabalhou voluntariamente, dedicando-se à confecção de cartões de Natal, pintados por suas mãos, para serem vendidos em benefício daquela Casa.

        A partir do ano de 1971 e na condição de espírito livre tornou-se ativa escritora através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier: contos em versos, poemas e trovas. A relação de suas obras individuais recebidas por Chico Xavier e publicadas por várias editoras espíritas do país é a seguinte:

-Antologia da Espiritualidade, publicada pela Federação Espírita Brasileira em 1971;

-Maria Dolores, publicada pelo Instituto Divulgação Editora André Luiz (IDEAL) em 1977;

-Coração e Vida, publicada pelo IDEAL em 1978;

-A Vida Conta, publicada pela Cultura Espírita União (CEU) em 1980;

-Caminhos do Amor, publicada pela CEU em 1983;

-Alma e Vida, publicada pela CEU em 1984;

-Dádivas de Amor, publicada pelo IDEAL em 1990.

Em várias obras mistas, em prosa e verso, de Chico Xavier, existem dezenas de produções poéticas de Maria Dolores, sobretudo com temáticas para o Natal e dia das Mães.

Escreveu o livro mediúnico Somente Amor em parceria com o espírito MEIMEI e publicado pelo IDEAL no ano de 1978.

Em vários livros psicografados por Chico Xavier tem-se o acervo de 18 trovas escritas por Maria Dolores:

–duas em Chão de Flores, publicado pelo IDEAL em 1975;

-uma em Notícias do Além publicado pelo Instituto de Difusão Espírita (IDE) em 1980;

–uma em Praça da Amizade, publicado pela Cultura Espírita União (CEU), em 1982;

–uma em Recados da Vida, publicado pelo GEEM em 1983;

–três em Os Dois Maiores Amores, publicado pela CEU em 1983;

-uma em Sementes de Luz, publicado pelo IDEAL em 1987;

–duas em Roseiral de Luz, publicado pela União Espírita Mineira em 1988;

–duas em Pétalas da Primavera, publicado pela União Espírita Mineira em 1990;

-uma em Fulgor no Entardecer, publicado pela União Espírita Mineira em 1991;

–uma em Uma Vida de Amor e Caridade publicado pela Editora Fonte Viva em 1992;

–três em Preito de Amor, publicado pelo Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora (GEEM) em 1993.

De 1971 a 2002 foram trinta e um anos em que Maria Dolores esteve associada ao mandato mediúnico de Chico Xavier: suas obras mediúnicas e individuais ultrapassam o número expressivo de 180 mil exemplares vendidos.

Prefaciando suas obras mediúnicas individuais, o espírito Emmanuel assim qualifica Maria Dolores:

“denodada obreira do Bem Eterno”,

“intérprete de Jesus”,

“alma abnegada de irmã”,

“irmã querida”,

“poetisa da vida”,

“Mensageira da Espiritualidade”,

“devotada Seareira do Bem”,

“irmã e companheira nas tarefas da Vida Maior”,

“nossa irmã e benfeitora”, “Poetisa da Espiritualidade Superior”.

As criações poéticas de Maria Dolores, sob as formas de poemas e trovas, não fazem apologia da arte pela arte;  sua finalidade político-pedagógica é traduzir observações e vivências na “exaltação do Bem sob o patrocínio de Jesus” e contribuir para a sublimação dos sentimentos humanos.

Dados Bibliográficos:Wikipédia/internet

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