Reflexões no Dia de Finados

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No dia dedicado à lembrança dos que partiram vale refletir no que eles dizem. Toque de alerta é o que sugerem sobre Finados no livro Trovadores do Além – psicografado por Francisco Cândido Xavier. Três quadrinhas preciosas sinalizam para a realidade da vida após a vida.

As coroas de finados,

Na campa de quem morreu

São grandes zeros dourados,

Se a vida nada valeu.

Cornélio Pires

Adoro a Terra, entretanto,

Vale mais no meu arquivo

Ser vivo depois de morto,

Que ser morto depois de vivo.

Martins Coelho

O mundo aplaude e coroa

Quem vence a batalha a esmo,

Mas no Além, o vencedor

É quem venceu a si mesmo.

Antônio Azevedo

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O túmulo de Allan Kardec no Cemitério Père-Lachaise de Paris retrata a homenagem dos Espíritas da Bélgica ao mestre lionês, algum tempo após o seu retorno à Pátria Espiritual. No dizer de Samuel Smilles: “Os homens verdadeiramente grandes e bons nunca morrem neste mundo. O  dólmen de Kardec, simples e severo em suas linhas, é constituído de três moles de granito em posição vertical, sobre as quais repousa uma quarta pedra tabular. No centro se eleva um pedestal, no topo do qual está colocada a herma, em bronze, de Allan Kardec, quase em tamanho natural. Na face direita do referido pedestal lêem-se as seguintes inscrições: “Fundador da Filosofia Espírita” – “Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. A potência da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito” – “3 de outubro de 1804 / 31 de março de 1869”.

No bordo frontal da pedra acha-se gravado o apotegma que resume a Doutrina Espírita, de justiça e progresso: “Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a lei. No Ano Do Centenário do Grupo Ismael, 1973, como edição comemorativa dos 25 anos de seu Departamento Editorial a Federação Espírita Brasileira publicou uma edição comemorativa , a 13ª do livro Obras Póstumas . Coletânea póstuma de   vários estudos, apontamentos e trabalhos do Codificador. Nesta edição, encontramos  ainda, além do prefácio pinçado da Revista Espírita de 1869, o discurso do insígne Camille Flamarion no sepultamento de Allan Kardec . Na abertura do livro, o registro histórico da FEB em homenagem ao Centenário de Morte de Allan Kardec (1869-1969): obra de arte – um  bico de pena, reproduzindo a inscrição, em francês, da frase lapidar que coloca a Palingenesia – a Reencarnação como ferramenta inalienável do processo evolutivo do Espírito, tal qual se encontra  no referido dólmen do Père-Lachaise, um dos momunentos mais cuidados, floridos e visitados do famoso cemitério.

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